domingo, março 31, 2013

"Saudade, vai-te embora" - JÚLIO DE SOUSA


VÍDEO DE HOMENAGEM
video

Creio que poucos conhecerão este registo fonográfico de Júlio de Sousa, interpretando uma das suas composições de maior êxito "Saudade vai-te embora"... Vem este vídeo a propósito do dia de hoje, em que Berta Cardoso, a sua intérprete de eleição, comemoraria o seu 98º aniversário.

(verbete publicado em 21.10.2009, reeditado)

6 comentários:

Anton Garcia-Fernandez disse...

Muito linda esta interpretação de "Saudade Vai-te Embora", que é uma das minhas favoritas do Tony de Matos. Na voz do seu autor, Júlio de Sousa, o fado converte-se numa declamação cheia de dramatismo. Não a conhecia, mas gostei imenso; obrigado por a partilhar, amiga Ofélia!

Gosto também da versão jocosa do Joaquim Cordeiro, que a gravou como "Trabalho Vai-te Embora".

Beijinhos desde Memphis,

Antón.

Fadista disse...

Entendi lembrar também Júlio de Sousa, não só por ser mais um dos esquecidos, ou pouco lembrados, artistas portugueses de excepção,que deu ao Fado, entre outras, duas das mais belas composições, vanguardistas até, na altura, dado que não correspondiam ao figurino tradicional... uma delas, o "Fado Loucura" de quem a Berta foi reconhecidamente "A" intérprete, de tal modo que passou ela a ser designada "A Loucura dos Fadistas"!..., a outra, é sem dúvida esta "Saudade, vai-te embora", até pelo que de específico tem do Sentir Português e da palavra única como o exprimimos.
Igualmente quis com este post sublinhar e celebrar, para além das relações profissionais, a Amizade e a Admiração mútuas que ligavam estes dois genuínos intérpretes da Canção Nacional.
Beijinhos para si, meu Amigo, e para a "nossa" Erin
OP

val disse...

ha pessoas que nunca deveriam morrer... nunca morrerá em espirito...

Fadista disse...

Outras, então, nem deveriam ter nascido, Deus me perdoe, que começo bem o dia!...

Manuel Peralta Godinho e Cunha disse...

Ofélia

Não conhecia esta interpretação
de Júlio de Sousa.
Excelente!

Fadista disse...

Obrigada pelo seu comentário, Manuel. Também gosto muito desta sentida interpretação do Júlio de Sousa.
Comovente!