D.L.
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sexta-feira, maio 16, 2014
sexta-feira, setembro 27, 2013
"A SEVERA"...
D.L.1923
... por André Brun que, com Júlio Dantas, transformou em "peça musicada o seu célebre drama A Severa"
sexta-feira, agosto 10, 2012
BERTA CARDOSO - "Tia Macheta"

Este é um dos mais emblemáticos fados do repertório de BERTA CARDOSO e é também, na minha modesta opinião, uma das mais conseguidas letras do genial J. Linhares Barbosa que, nesta aguarela fadista, representa a génese do Fado triste... uma fadista, a Severa, um fidalgo, o Vimioso, e o Amor presente, mas unilateral e impossível... e a Tia Macheta, a que tem poderes de adivinhar o futuro, a quem (ontem como hoje) se recorre como reduto da esperança, de que leia nas cartas os bons presságios e não os mais que certos"Maus Agoiros", como acontece nesta história e que, por isso, o poeta assim intitulou.
É curioso que o Fado tenha ficado depois conhecido pelo nome de quem anuncia a desgraça, a Tia Macheta, como se, na história e na vida, este personagem se confundisse com o próprio Destino...
VÍDEO DE HOMENAGEM
(Verbete publicado em 21.09.2009)
Para além de Berta Cardoso, criadora deste fado, algumas fadistas o interpretaram e gravaram, de entre as quais destaco Natalina Bizarro
Essa personagem, que Júlio Dantas criou na sua peça Severa, foi interpretada por Sofia Santos, tendo Júlia Mendes o papel da Severa.
I.P.09
Etiquetas:
1909,
Berta Cardoso,
Fado Manuel Soares,
J. Linhares Barbosa,
Júlia Mendes,
Júlio Dantas,
Letras (Lyrics),
Natalina Bizarro,
Severa,
Sofia Santos
domingo, novembro 28, 2010
terça-feira, março 30, 2010
Ai! O amor das do Fado!...
Ainda as Divas... cujo amor é tema de Fado, para além das próprias o serem igualmente
Um mote de Júlio Dantas, glosado por Frederico de Brito.
Um mote de Júlio Dantas, glosado por Frederico de Brito.
Ai! O amor das do Fado!...
Não há nenhum como o delas:
baixo, que arrasta no chão,
alto, que chega às estrelas!
*
Amor que, às vezes, nos prende
numa prece ou numa praga;
e, afinal, nunca se vende!
Ou se entrega,... ou não se rende,
p'ra se dar, às furtadelas:
Um motivo p'ra novelas,
Um romance que dá brado!
Ai! O amor das do Fado,
não há nenhum como o delas!
*
Esse amor que é riso e pranto
e que tem de património,
ora a capa do demónio,
ora a túnica dum santo,
tanto pode ser encanto,
como barro das vielas;
tanto é gelo a arrefecê-lo,
como é lava de vulcão:
baixo, que arrasta no chão,
alto, que chega às estrelas!
sexta-feira, junho 13, 2008
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