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sábado, julho 19, 2008

COM'PAÇO











Sob um sol escaldante, em pleno Terreiro do Paço, onde as sombras não abundam, 4 estóicas Bandas - a do Ateneu Artístico Vilafranquense, a dos Empregados da Carris, a da Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense e a da Aculma-Marvila -, tocavam, estorricando...




... sem espaço próprio, com'gente por todos os lados...

Seguidamente, os Concertos realizaram-se em local coberto para as Bandas, mas o público, coitado, é que teria que estar sentado ao sol... mas não esteve... as cadeiras estavam vazias, excepto as que recebiam alguma sombra de uns chapéus plantados em linha...



Esta ideia do Festival de Bandas de Lisboa é óptima, mas a organização, meu Deus!



Com este calor, porque não aproveitar o coreto do Jardim da Estrela e a sombra aprazível das suas árvores centenárias?




















Aqui fica a sugestão, caros organizadores!

domingo, junho 08, 2008

VANDALISMOS






TRISTEZA, não é?
Isto não são graffitis, não é arte urbana, é puro vandalismo sobre bens públicos e privados, cometido por MARGINAIS e tolerado por uma sociedade imbecilizada, defensora da teoria dos "no frustated babies"...

Até quando vamos tolerar isto?

quarta-feira, junho 04, 2008

PARE - ESCUTE - OLHE...




















Parei a ler esse "aviso à navegação", escrito por um qualquer poeta anónimo, que se encontra inscrito num tapume das persistentes obras do Metro do Terreiro do Paço. É importante a mensagem:
A Fome

"Quando um ser não come
A fome consome
Tudo em si corrói
E dói
Mata lentamente
Nenhum prazer sente
E transforma-se lentamente
Num animal irracional
Que não consegue distinguir
O bem do mal"

Pois é! Parece que alguns já terão atingido esse perigoso estado de irracionalidade...
Olhando para o lado de lá da rua, em plena Praça do Comércio, a sala de visitas de Lisboa, avistei esse montículo que me pareceu, à primeira vista, alguma bagagem esquecida... Olhando melhor, apercebi-me que era, afinal, mais um dos vários sem-abrigo que habitam o local, ali, junto aos ministérios... ali abandonado, no chão, como lixo... testemunho da indiferença de todos nós.
Que vergonha! Que dor! Que revolta!

domingo, novembro 12, 2006

A VARANDA...

... mais pequena de Lisboa. No prédio com o nº 4 da Rua de Santo António dos Capuchos.
Se conhecerem uma ainda mais pequena, é favor avisar. Posted by Picasa

sábado, novembro 11, 2006

Matar saudades...



Do coração da cidade ao coração da ruralidade.
Ouvir de novo o silêncio da noite estrelada
Acordar ao som da festa da madrugada
Abençoada Vida presente em cada pedaço de Terra! Posted by Picasa