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quinta-feira, fevereiro 06, 2014

ZULMIRA MIRANDA ...


D.L.26

... uma espécie de Adelina Patti do Fado !
Zulmira, mensageira do Fado!

Volto a publicar este verbete, de 13.08.2013, acrescentado desta pérola que encontrei no Youtube

 

segunda-feira, abril 12, 2010

WEB RADIO PORTUGAL


Do Brasil, para todo o mundo, com Amor, Música Portuguesa e não só...
Um notável serviço público em prol da Cultura Portuguesa.
Oiça aqui http://webradioportugal.blogspot.com/ (hora do Brasil)
Felicitações e agradecimentos a Cláudia Tulimoschi e a Oliveira Nunes por esta fantástica iniciativa.
De Portugal para o Brasil, "aquele abraço" e votos do maior sucesso!

terça-feira, março 02, 2010

«A Noite de BERTA CARDOSO»

"Pode dizer-se que no Brasil o fado nasceu com Berta Cardoso"; o mesmo se poderá dizer relativamente a África. E como, nessa época, eram complicadas as deslocações e tudo o mais!...
Certo é que "a memória dos homens é curta e ocupada a mor das vezes por cousas poucas"!...
Para que isso menos aconteça, aqui fica esta lembrança
E a ligação ao site desta relevante figura do fado

quinta-feira, dezembro 08, 2005

Saudação ao Brasil





















Em 1932, Berta Cardoso integrou a Companhia Maria das Neves numa digressão ao Brasil.
Nesses tempos do século passado, ir ao Brasil era ainda uma aventura; esta foi uma das primeiras idas de uma companhia de teatro ao Brasil, que abriu caminho ao intercâmbio cultural que hoje se verifica.
Na noite de estreia da revista, no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, Silva Tavares fez a Saudação ao Brasil (versos da sua autoria).
Mais informação em www.bertacardoso.com .

Eis um excerto da Saudação então feita:

Minhas senhoras, senhores:
Sinceramente lamento
não ter o claro talento
dos supremos oradores,
para, - em lugar de vos ler
esta humilde saudação-
com nervos, com emoção
e com alma, vos dizer
d'improviso, bem ou mal,
aquilo que, de momento,
me ditasse o pensamento.

... ...

Guerra Junqueiro e Bilac
escreveram, na mesma lingua
os seus versos imortais:
- esta lingua portuguesa,
toda cor, toda riqueza,
que já foi dos nossos Pais
e, ao tempo, há-de resistir
geração em geração!

Lingua que me torna irmão
de todos vós, sem mentir
nem ir contra velhas leis !
Língua de que sou vassalo,
porque com ela vos falo
e com ela me entendeis !

... ...

Que ninguém me leve a mal
quanto digo, porque o faço
unindo no mesmo abraço
O Brazil e Portugal,
- esforço traçado a cinzel
que, p'ra o contar todo inteiro,
só se o mar fosse o tinteiro
e o céu imenso, o papel !