terça-feira, outubro 31, 2006

segunda-feira, outubro 30, 2006

Exposiçã Berta Cardoso - Museu do Fado




























Cartazes publicitando alguns dos inúmeros espectáculos em que participou como cabeça de cartaz, nos mais variados recintos e localidades.
Em destaque, o Cartaz que anuncia uma das revistas em que participou como fadista, no Teatro Carlos Gomes, na sua 1ª ida ao Brasil, em 1932, integrada na Companhia Maria das Neves-Carlos Leal. Posted by Picasa

Exposição Berta Cardoso - Museu do Fado




























Berta Cardoso e a Imprensa
Exibem-se 12 exemplares da imprensa da especialidade - Guitarra de Portugal e Canção do Sul- em que Berta Cardoso é notícia de 1ª página. Posted by Picasa

sexta-feira, outubro 27, 2006

HOMENAGENS













A primeira, de um ciclo a realizar no Museu do Fado, a Homenagem a Alfredo Marceneiro.
Anunciada com início às 21h, só começou cerca de uma hora depois. Esta contrariedade veio mostrar que éramos poucos, mas muito interessados, uma vez que ninguém arredou pé.
A sessão valeu pelo espírito de tertúlia que a caracterizou. As imagens, os fados e as histórias do "Alfredo, mas Duarte" que, no Fado, foi o Marceneiro.
De parabéns o Museu do Fado, provavelmente o nosso único Museu com vida e noite dentro!...

domingo, outubro 22, 2006

Recordar BERTA CARDOSO














A exposição sobre BERTA CARDOSO que, desde Junho, se encontra no Museu do Fado, culminou ontem com uma evocação sobre a carreira da fadista.
Foram recordados alguns dos seus fados mais emblemáticos, a que deram voz as fadistas Elsa Laboreiro e Ana Sofia Varela, acompanhadas pela guitarra portuguesa de António Parreira e a viola de Ricardo Ribeiro.
O evento, produzido pelo Museu do Fado e a APAF, foi apresentado por Nuno Lopes.
Lotação esgotada. Registou-se a presença de notáveis fadistas (Mariana Silva, Beatriz da Conceição...), poetas (Mário Rainho...), produtores discográficos (Mário Martins...), artistas (Alina Vaz...), permitindo-me eu aqui destacar, de entre todos, a presença da fadista da velha guarda Adelina Ramos.
O editor do blog Indústrias Culturais registou em vídeo alguns momentos do espectáculo que pode visionar, acedendo a http://www.industrias-culturais.blogspot.com/

terça-feira, outubro 17, 2006

Exposição - Berta Cardoso














Tem estado patente, no Museu do Fado, uma exposição sobre a fadista Berta Cardoso.
Rogério Santos, editor do Blog Indústrias Culturais - www.industrias-culturais.blogspot.com - filmou e partilha, em video, o que viu.
Aproveite e veja aqui
http://www.youtube.com/watch?v=TSvSPJ53W-4

domingo, outubro 15, 2006

MUNDJAMBA



















"Demonstração de Força"

Nascido em Angola, Hugo Seia - Mundjamba dedicou toda a sua vida a África.
Notabilizou-se como caçador, mas também como escritor, pintor e fotógrafo.
Assume a aparente contradição de caçar por amor.
"O Mundo dos Bichos" é o livro com apresentação marcada para a próxima semana, um romance dedicado aos animais selvagens africanos e à relação que mantêm com o "invasor", o Homem; um livro ilustrado com paisagens e animais do Continente Africano e a pintura do autor.
Para saber mais sobre este caçador-guia e artista extraordinário pode visitar o sítio www.hugoseia.com

quarta-feira, outubro 11, 2006

Padrão dos Descobrimentos


















O Fado do Marinheiro, conhecido posteriormente por Canção das Descobertas, da autoria de João Nobre, foi um dos grandes êxitos de Berta Cardoso, na revista "Manda Ventarolas", em 1941.

Há na praia olhos chorando,
No mar gente decidida,
Lenços brancos acenando
Num adeus de despedida.

É o Infante de Sagres
Que os manda partir, ligeiros,
Que a Senhora dos Milagres
Guia os nossos marinheiros.

Refrain
Velas erguidas,
Naus destemidas
Vão para o mar.
Saindo a barra
Uma guitarra
Põe-se a chorar,
São marinheiros,
Aventureiros,
Mais uma vez,
Que vão mostrar
Como este mar
É português.
... .... ... ....

A propósito, se ainda não visitou a exposição sobre a fadista Berta Cardoso, no Museu do Fado (em Alfama, o nº 1 no Largo Chafariz de Dentro), ainda pode fazê-lo até 22 deste mês.

Quando Lisboa canta

















Com uns anitos a mais e uns quilitos a menos, esta senhora continua a ser assim- bonita e a cantar.
Cantava, na altura, um tema sobre Lisboa e o Fado, da autoria de Carlos Rocha e de Aníbal Nazaré - Sempre que Lisboa Canta
...
Sempre que Lisboa canta
não sei se canta, não sei se reza
a sua voz, com carinho,
canta baixinho sua tristeza
Sempre que Lisboa canta
a gente encanta, sua beleza,
pois, quando Lisboa canta,
Canta o fado, com certeza!
...

É ela, sim! a S_ _ _ _ _ de O_ _ _ _ _ _ _

terça-feira, outubro 10, 2006

ILUSÕES








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A Jovem e o Velho.
Se olhar atentamente, as imagens contêm outras imagens, escondidas.
Às vezes, olhamos tão desatentamente para as pessoas que também não vemos o que de mais importante elas têm...

sábado, outubro 07, 2006

PARABÉNS MARIANA SILVA !














Mariana Silva canta, na Adega Mesquita, acompanhada por Raul Nery e Joaquim do Vale "Covinhas".
Na parede, em jeito de homenagem ao Fado e à Festa Brava, as imagens de dois notáveis representantes dessas artes- Amália Rodrigues e Manuel dos Santos; ao centro, um troféu- a cabeça do toiro Verdon morto a estoque pelo matador de toiros português Manuel dos Santos, na tarde da sua alternativa , em 15AGO1948, na Praça da Maestranza, em Sevilha; à direita, uma reprodução da Praça do Campo Pequeno. Completa o arranjo, um xaile e uma capa. Na barra de azulejo, quadras populares alusivas ao fado.
Mariana Silva, que hoje faz anos, encontra-se retirada, mas é actualmente a decana do Fado; estatuto que não deve à idade, mas aos anos de serviço.
Parabéns, Mariana!

sexta-feira, outubro 06, 2006

FADO TINTO




















Um Regional Alentejano para acompanhar com fado, de preferência; mas também escorrega bem sem fado, porque ele, este tinto, é mesmo Fado... Posted by Picasa

quinta-feira, outubro 05, 2006

5 OUTUBRO






1143 - 1910 - 767 anos de Monarquia

1910 - 2006 - 96 anos de República

A República é ainda uma criança e as crianças cometem muitos erros, o que não significa que os velhos os não cometam também...

O regime pode até não ser o mais importante.

Necessário é que todos contribuamos para fazer, deste país, um país melhor

Viva Portugal !

quarta-feira, outubro 04, 2006

PREGÃO DOS FIGOS

















Muito escondidinhos em folhas de figueira...
já oiço apregoar, ao longe, a vendedeira:

Quem quer figos, quem quer almoçar...

Quem quer comprar figuinho moscatel,
pèzinso tombado e pingo de mel?

Os de capa rota são tão madurinhos!
A capa era pouca pra tantos grãozinhos.

Quem quer figos, quem quer almoçar...

(In "Cantigas da Minha Avó", de Delfina Figueiredo, Professora do Conservatório Nacional -ed. 1982).

Para recordar a Lisboa que foi... a Lisboa dos pregões... a Lisboa que já não é

segunda-feira, outubro 02, 2006

FADO



















acrílico de Jean-Claude SISMEIRO,
um luso-descendente, cuja obra pode ver aqui: http://www.sis-art.com/acryliques.html Posted by Picasa

domingo, outubro 01, 2006

LISBOA À NOITE









Uma fotografia enviada pelo meu cyber amigo "aideuseue"
Boa noite! Posted by Picasa

ALFREDO MARCENEIRO (1891 - 1982)


Nascido em Lisboa, na freguesia de Stª Isabel, Alfredo Duarte estreia-se como fadista com cerca de 20 anos (1911), num "cabaret" sito no 14 do Largo do Rato. Começa a ser conhecido pelo Alfredo "Lulu" em virtude de andar sempre muito bem vestido, muito janota. Mais tarde o fadista, que é marceneiro de ofício, vem então a ter nome Alfredo Marceneiro, nome com o qual fica imortalizado no fado, como cantador e como compositor. São de Marceneiro o Fado Margarida, o Fado Cravo, o Fado Balada, o Fado Pagem, a Marcha de A. Marceneiro, entre outros, e o Fado Cuf em que cantava, com versos do poeta Armando Neves, o fado "O Marceneiro"

Com lídima expressão e voz sentida
Hei-de cumprir no Mundo a minha sorte
Alfredo Marceneiro toda a vida
Para cantar o fado até à morte.
... ... ...
A produção discográfica de Alfredo Marceneiro não é muito grande; consta que gostava pouco de gravar; a sua actividade cingiu-se praticamente às casas de fado em Lisboa; fez uma "incursão" no cinema, em 1940, tendo participado, bem como Berta Cardoso, no filme de António Lopes Ribeiro "Feitiço do Império".
O ofício de marceneiro, que exerceu até 1943, conjuntamente à actividade fadista, ficará para sempre testemunhado, não só no nome, mas também n' "A casa da Mariquinhas", obra que construiu em madeira e que ilustra o fado com o mesmo nome, com letra de Silva Tavares; em exposição no Museu do Fado.
Criado pela sua bisneta Susana Duarte, em Outubro de 2001, é de consulta obrigatória, para quem queira saber mais acerca do artista, o site http://www.alfredomarceneiro.com/ ; complementarmente, em suporte papel, a fotobiografia, assinada pelo seu neto Vitor Duarte, "Recordar Alfredo Marceneiro"Posted by Picasa