Mostrar mensagens com a etiqueta Celeste Rodrigues. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Celeste Rodrigues. Mostrar todas as mensagens

sábado, maio 14, 2011

"ACHEI-TE TANTA DIFERENÇA"




Era aqui a "Tipóia"...






"Achei-te tanta diferença / Quando de novo te vi / Que, estando em tua presença, / Tive saudades de ti //


Achei-te tanta diferença / Fiquei tão admirada / Que senti uma dor imensa / Ao ver-te a face mudada // ...


Parei, fingindo indiferença / Mas nem sei o que te achei / Que, estando em tua presença, / Que fosses tu, duvidei //


... E recordando o passado / Tive saudades de ti"


ADELINA RAMOS



("A Voz de Portugal", 1954)

domingo, abril 04, 2010

PÁSCOA - PESSACH

A todos quero desejar uma Santa Páscoa, no sentido litúrgico-cristão do termo, de morte e renascimento, da Ressurreição,
mas também no seu mais primitivo significado judaico, de Libertação do povo e, assim, de cada um...
Uma Páscoa que seja uma Passagem, em todas as vertentes da Vida, acompanhando a transição do sombrio Inverno para a radiosa Primavera... Renascimento, Renovação que esta belíssima letra, que aqui lembro, tão bem ilustra

sábado, julho 12, 2008

CELESTE RODRIGUES - "As ruas"


"Nasci fadista e sempre serei fadista", diz Celeste Rodrigues; o que se disser para além disto, pouco importa; importante mesmo é ouvir esta voz que é Fado! Letra de Castelo B. Mota e música de José M. Nóbrega.
VÍDEO DE HOMENAGEM

Para saber mais acerca de Celeste Rodrigues, vá a http://www.celesterodrigues.pt/
Em inglês, o artigo de Antón Garcia-Fernandez

segunda-feira, setembro 19, 2005

"As ruas"


Uma rua em Leiria Posted by Picasa
Quem vem do Castelo, apanha esta rua e desemboca directamente no Terreiro.
À esquerda, o "Quintal de baixo", todo enfeitado, com tantas recordações da minha infância e juventude!...
Leiria, uma cidade a visitar.

Com letra do Dr. Castelo Branco Mota, um excerto do fado "As ruas são"

Nas ruas, ando perdida
ando ao sabor do luar
no desejo de encontrar
sentido para dar à vida
Às ruas peço carinho
que sempre busquei em vão
e suplico à ilusão
que ilumine o meu caminho.

As ruas são,
sempre que te vais embora,
o sítio onde a alma reza
pedindo a Deus qualquer fim.
As ruas são
lenitivo da tristeza
que na minha casa mora
quando estás longe de mim.