sábado, fevereiro 25, 2017
A ronda do «Ti Alfredo»
sábado, março 19, 2016
quinta-feira, abril 02, 2015
Café com leite ou Bailarico ?
terça-feira, setembro 23, 2014
"RONDA DOS BAIRROS" - "SENHORA DA SAÚDE"
Também de Francisco dos Santos, mas com letra diferente e música de Alfredo Duarte, interpreta Lucília do Carmo o fado "Senhora da Saúde",
fado que Tony de Matos gravou com o título de "Ronda dos Bairros"...
sábado, agosto 09, 2014
A MARIQUINHAS
terça-feira, outubro 11, 2011
"FIGURAS DO FADO"




Sentados a uma mesa da "Adega O Faia", espaço inquestionavelmente ligado à grande Lucília do Carmo, Berta e Marceneiro ouvem atentamente Linhares Barbosa que lhes estará lendo uma nova letra, provavelmente para o repertório de Berta Cardoso que, nos anos 50 foi dirigente artística daquele restaurante típico.
segunda-feira, maio 16, 2011
"NOS TEMPOS EM QUE EU CANTAVA"
Tempo para ouvir Alfredo Marceneiro de quem alguém disse :" Quem já teve o privilégio de o ver ... terá novamente diante de si todo o fascinante espectáculo que é uma sessão de fados pelo Marceneiro: a figura franzina, o rosto enrugado contrastando com uma cabeleira surpreendentemente negra e ondulada, os requebros do corpo acompanhando as magistrais inflexões da voz, o lenço de seda como que a proteger-lhe simbolicamente a garganta contra os ultrajes do tempo - em suma, o verdadeiro fadista, a lenda viva."
sábado, abril 23, 2011
PLATINA...
domingo, abril 17, 2011
"POVO CATIVO" - Fernando Maurício
Fernanda do Carmo (letrista, empresária e irmã da fadista Cidalisa do Carmo) escreveu esta letra que Fernando Maurício interpreta na Marcha do Marceneiro, acompanhado pelos guitarristas Manuel Mendes e João Alberto, pelo viola Júlio Gomes e o viola-baixo José Vilela.
"Povo, que cantas o Fado / Que sonhas com o Infinito/ Que anseias Liberdade / Já não andas amarrado / Podes soltar o teu grito / Impor a tua vontade" ...
sábado, setembro 18, 2010
A canção das perdidas...
I.P.
...autorias???
... do Fado?!
Um breve por exemplo de duas dessas quadrinhas "das perdidas", que se cantam em Fado, porém desenquadradas deste contexto (se bem que não completamente) e autoria (completamente) e noutros integradas... Não sei se me faço entender...
Dos fados "Mª Madalena", por Lucília do Carmo e "A mais linda mulher", pelo Júlio Peres.
(A propósito, reparei que, num dos blogues sobre fado, que entendo aqui não dever nomear, vem erradamente indicado como sendo Carlos Zel o intérprete de "A mais linda Mulher", em vez de Júlio Peres, embora as vozes nem sejam confundíveis... enfim, numa confusão ou num erro, qualquer um tropeça e pode mesmo cair, mas que, depois de receber dois comentários de alerta, o autor não se tenha dado ao trabalho de proceder a verificação e emenda... Pois é, por estas e por outras...)
Perdidas, mas achadas!...
terça-feira, setembro 14, 2010
"CAVALINHOS"
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
RITA CASTELO BRANCO - "Noite de guitarra"
VÍDEO DE HOMENAGEM
Rita Castelo Branco é o nome artístico de Rita da Conceição Moita Almeida Morgado, uma alentejana de Moura, que no passado dia 1 festejou o seu 71º aniversário (oficialmente a 8), fadista que teve Hermínia Silva como sua Madrinha de Fado, que fez parte dos elencos do "Solar da Hermínia", "Viela", "Taverna d'El-Rei", "Poeta", "Mal Cozinhado" (na Foz - Porto), "O Fado" (em Madrid), entre outros, participou em vários espectáculos, no país e no estrangeiro, tendo-se retirado em 1982.
Aqui fica este apontamento biográfico e este fado a recordar Rita Castelo Branco.
quinta-feira, outubro 08, 2009
VITOR DUARTE - "Bairros de Lisboa"
VÍDEO DE HOMENAGEM
Oriundo de uma família fadista, como poderia ser outro o seu Destino, que não o Fado? Vitor Duarte, filho, neto e sobrinho de fadistas de 1ª água, é por todos nós conhecido, não só como biógrafo de seu avô, Alfredo Duarte "Marceneiro", e ainda de Hermínia Silva, mas também como o responsável do blog http://lisboanoguiness.blogs.sapo.pt/, o que teve a ideia e tem vindo a lutar por colocar Lisboa no Guiness, como a cidade mais cantada do mundo. Mas Vitor Duarte também canta o fado, e, embora a sua vida profissional tenha "corrido ao lado", tem discos editados e canta, com certa regularidade, em casas de fado e vários espectáculos, ouvindo-se sempre com muito agrado, diga-se de passagem. Um dos fados que mais gosto de ouvir-lhe é este, com que o lembro e presto a merecida homenagem, um fado sobre Lisboa, com letra do notável poeta Carlos Conde e música do não menos insigne compositor Alfredo Duarte, "Bairros de Lisboa".
Para si, com um bjinho, Vitó
quarta-feira, outubro 07, 2009
MARIANA SILVA - "Estranha forma de vida"
VÍDEO DE HOMENAGEM
Com este fado tradicional, do repertório e com letra de Amália, música de Alfredo Duarte, lembro a decana das fadistas, que faz hoje 76 risonhas primaveras, e o seu estilo inconfundível. Beijinho de PARABÉNS!
domingo, julho 05, 2009
CARLOS DUARTE - "Teu vestido azul"

sábado, abril 04, 2009
ALFREDO MARCENEIRO e MARIANA SILVA - "Amor campestre"
sexta-feira, outubro 24, 2008
ARGENTINA SANTOS - "A minha pronúncia"
EP1952
De facto, Argentina é, para além de uma notável cantadeira, uma excelente cozinheira, ou vice-versa...
domingo, julho 13, 2008
JÚLIO PERES - "Velho faroleiro"
VÍDEO DE HOMENAGEM
sábado, junho 07, 2008
ERCÍLIA COSTA - "Na minha infância"
"Com o tradicional exagero dos cognomes que o público arranjava para as vedetas de quem muito gostava, Ercília Costa ficou conhecida como "a Santa do Fado" ou "a Toutinegra do Fado". Mas aqueles que tiveram o privilégio de a ouvir sabem que Ercília Costa era uma das grandes cantadeiras de fado da primeira metade do século XX. O seu nome é hoje pouco recordado, pois as gravações que realizou são anteriores aos anos cinquenta, altura em que se começou a popularizar o disco gravado, mas no seu tempo foi uma vedeta acarinhada pelo público. Nascida em 1902, na Costa da Caparica, filha de pescadores, Ercília Costa iniciou-se na música quase por acaso. Sem ter prévia experiência musical ou artística, apenas motivada pelo gosto de cantar, a então adolescente apresentou-se no Conservatório de Lisboa em resposta a um anúncio procurando cantores para uma récita a realizar no Teatro de São Carlos. Ercília foi escolhida para o elenco, mas a representação acabou por não se fazer e, apesar de ter sido sondada para seguir o curso daquela instituição, régressou à sua vida. Pouco depois, o actor Eugênio Salvador, que se cruzara com ela no Conservatório, recordado da voz que chamara a atenção, convida-a para o teatro. E foi assim, em resposta a um convite casual, que Ercília entrou para a companhia do Teatro Maria Vitória.Embora tenha sido pela revista que começou - actuando ao lado das maiores vedetas do palco da altura, como Luísa Satanella ou Beatriz Costa - Ercília Costa tornar-se-ia verdadeiramente popular como fadista, actuando em muitos retiros e nas mais importantes casas típicas da altura, e chegando inclusive a realizar espectáculos no estrangeiro, casos de uma digressão por França em 1937 e de actuações nos EUA em 1939 e 1947. Participou igualmente em alguns filmes, e, caso raro, chegou a compor algumas das suas criações mais célebres, como o Fado da Mocidade ou O Filho Ceguinho (conhecido como o Menor da Ercília).No início da década de cinquenta, Ercília Costa retirar-se-ia da actividade artística. Depois de participar em 1951 no filme Madragoa e de algumas actuações pontuais em espectáculos de beneficência, abandonou a carreira para se dedicar ao seu casamento, sem nunca ter cedido à tentação de regressar ao palco. Como declarou em 1967 à revista Flama, "não quis fazer festa de despedida, porque pensei sempre que algum dia podia precisar de voltar...". Mas não voltará a actuar em público até ao seu falecimento em 1985. "
(Respeitamos a autoria mencionada no EP, mas parece-nos que o Menor com versículo é do A. Marceneiro, não?)
sexta-feira, maio 30, 2008
ALFREDO MARCENEIRO - "A Viela"
Este continua a ser um dos meus fados preferidos, na voz do consagrado Alfredo Marceneiro (1891-1982).
Mais uma lição de Fado!
A VIELA
Letra – Guilherme Pereira da Rosa
Música – Fado Cravo de A. Marceneiro
Fui de viela em viela
Numa delas dei com ela
E quedei-me enfeitiçado
Sob a luz dum candeeiro
Estava ali o Fado inteiro
Pois toda ela era fado
Arvorei um ar gingão
Um certo ar fadistão
Que qualquer homem assume
Pois confesso que aguardei,
Quando por ela passei,
O convite do costume
Em vez disso, no entanto,
No seu rosto só vi pranto
Só vi desgosto e descrença
Fui-me embora amargurado
Era fado, mas o fado
Não é sempre o que se pensa
Ainda recordo agora
A visão que ao ir-me embora
Guardei da mulher perdida
A pena que me desgarra
Só me lembra uma guitarra
A chorar penas da vida
Acerca do fadista, o blog http://alfredomarceneiro.no.sapo.pt/
e o artigo em inglês http://fadous.blogspot.com/search/label/alfredo%20marceneiro











