domingo, outubro 21, 2012
sábado, julho 28, 2012
sexta-feira, novembro 19, 2010
"Cantar para FERNANDA MARIA"
Li, no HardMúsica que recebi hoje, a notícia abaixo, que aqui não posso deixar de publicar, não só para chegar a mais e outro público que queira estar presente nesta homenagem que Fernanda Maria tanto merece, mas também para fazer duas pequenas correcções.
Bons Fados!
Lá nos encontraremos Domingo, se Deus quiser e o Tempo ajudar!
"Homenagem a Fernanda Maria na Casa do Artista
Entre os músicos destacados para os acompanhar contam-se José Luis Nobre Costa, Jaime Santos Jr, Joel Pina, José Manuel Neto, Carlos Manuel Proença, Daniel Pinto.Maria Fernanda Carvalheira dos Santos nasceu em Lisboa em 1937 começando desde muito nova a sua vocação como fadista. Chegou a ser conhecida como "A Miúda do Alto do Pina" talvez porque a sua carreira se iniciou nas mesmas alturas de Tristão da Silva. Com apenas 12 anos de idade gravou o seu primeiro disco e a sua estreia como fadista profissional ocurreu no Parreirinha de Alfama. Nos anos 60 Fernanda Maria realizou o seu sonho com a abertura da sua casa típica "Lisboa à Noite", um local atraente para as grandes estrelas do fado num ambiente onde os apontadores do fado e os fadistas de nome se reuniam para ouvir a canção de Lisboa. Fernanda Maria também cantou fora de portas realizando digressões pelo estrangeiro."
Zita Ferreira Braga
quinta-feira, outubro 08, 2009
VITOR DUARTE - "Bairros de Lisboa"
VÍDEO DE HOMENAGEM
Oriundo de uma família fadista, como poderia ser outro o seu Destino, que não o Fado? Vitor Duarte, filho, neto e sobrinho de fadistas de 1ª água, é por todos nós conhecido, não só como biógrafo de seu avô, Alfredo Duarte "Marceneiro", e ainda de Hermínia Silva, mas também como o responsável do blog http://lisboanoguiness.blogs.sapo.pt/, o que teve a ideia e tem vindo a lutar por colocar Lisboa no Guiness, como a cidade mais cantada do mundo. Mas Vitor Duarte também canta o fado, e, embora a sua vida profissional tenha "corrido ao lado", tem discos editados e canta, com certa regularidade, em casas de fado e vários espectáculos, ouvindo-se sempre com muito agrado, diga-se de passagem. Um dos fados que mais gosto de ouvir-lhe é este, com que o lembro e presto a merecida homenagem, um fado sobre Lisboa, com letra do notável poeta Carlos Conde e música do não menos insigne compositor Alfredo Duarte, "Bairros de Lisboa".
Para si, com um bjinho, Vitó
terça-feira, dezembro 23, 2008
ALFREDO DUARTE JR. - "Aí vem o Natal"
Através deste fado, que interpreta como só ele sabe, e cuja autoria da música (Fado Cuf) se deve a seu pai, o incomparável Alfredo Duarte Marceneiro e a letra ao consagrado poeta Carlos Conde, a todos quero desejar um Natal Feliz e que 2009 traga a Paz de que o mundo necessita.
VÍDEO DE HOMENAGEM
domingo, novembro 09, 2008
TRISTÃO DA SILVA - "Chinela"
e do fantástico fotógrafo Dias dos Reis
quarta-feira, outubro 01, 2008
ANTÓNIO MOURÃO - "A Noite"
De Vasco de Lima Couto e Maximiano de Sousa(Max), letra e música, respectivamente, este fado na voz inconfundível de António Mourão
VÍDEO DE HOMENAGEM
Notas biográficas do fadista:
http://www.macua.org/biografias/antoniomourao.html
http://lisboanoguiness.blogs.sapo.pt/79373.html
domingo, agosto 24, 2008
CARLOS DO CARMO - "As três normas"
Este fado, cantado por Carlos do Carmo (1), na música do Fado da Azenha, de Frederico de Brito, tem uma magnífica letra de Carlos Conde, que evoca os três Macacos Sábios - Mizaru, Kikazaru e Iwazaru - e a sua mensagem de saber viver.
"Para quem queira viver
terça-feira, julho 29, 2008
ADELINA RAMOS - "Não passes com ela à minha rua"
http://fadocravo.blogspot.com/2006/10/recordar-berta-cardoso.html#comments
http://www.fotolog.com/parquemayer1/45832993
http://lisboanoguiness.blogs.sapo.pt/
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=972915
sábado, julho 19, 2008
ILDA SILVA - "Quem diz"
quarta-feira, dezembro 07, 2005
JANELA DA VIDA

Foto retirada de
www.portugal.montranet.com
Para ver quanta fé perdida,
quanta miséria sem par
há nesta orbe atroz, ruim,
pus-me à janela da vida
e alonguei meu olhar
pelo vasto mundo sem fim.
Vi dar, aos ladrões, valor,
vi sentimentos perdidos
nas que passam por honradas,
vi cinismos vencedores,
muitos heróis esquecidos
e vaidades medalhadas.
Vi, no torpor mais imundo,
profundas crenças caindo
e maldições ascendendo.
Tudo vi, por este mundo,
Vi miseráveis subindo
homens honrados descendo.
... ... ...
Por isso, afirmo conciso
que, para na vida ter sorte,
não basta a fé decidida.
Para ser feliz é preciso
ser canalha até à morte
ou não pensar mais na vida.
Esta é outra letra de fado, da autoria de Carlos Conde, também proibida pela Censura, mas que, lá por isso, não deixava de ser cantada!
Incómoda para muita gente e tão actual que nem a dato...

