(daqui)
Um soneto a Lisboa, cujo "colo palpita ao som do Fado",
por Avelino de Sousa
D.L.
I.P.
Em tempo de vindimas, relembremos o "Parreirinhas", um fado de Mª Nelson e de Casimiro Ramos, interpretado por Mavilda Gonçalves, a recordar-nos que o vinho mais do que "o prazer celta de beber e sonhar" significa ou, pelo menos, significava "a abundância de todo o ano, a riqueza para muitos e o conforto para todos"...
I.P. 1922
Mais um documento para a validação da teoria da origem afro-brasileira do Fado, do ponto de vista de uma problemática inclusiva de uma etnografia contextualizante de uma super-estrutura melómana e lundúnica, assente numa perspectiva crítica da modernidade académica...
O Fado, a ceguinha e... o sexo dos anjos!... :-)