VÍDEO DE HOMENAGEM
Com este fado tradicional, do repertório e com letra de Amália, música de Alfredo Duarte, lembro a decana das fadistas, que faz hoje 76 risonhas primaveras, e o seu estilo inconfundível. Beijinho de PARABÉNS!
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Com este fado tradicional, do repertório e com letra de Amália, música de Alfredo Duarte, lembro a decana das fadistas, que faz hoje 76 risonhas primaveras, e o seu estilo inconfundível. Beijinho de PARABÉNS!
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A Amália entenderá porque escolhi este fado, com letra de sua autoria, embora o fonograma não se encontre nas melhores condições ...
"Ai, este meu coração!..."

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Vem este
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a propósito do novo album -"VIDA"-, editado recentemente por Jorge Fernando, um notável compositor e letrista e também intérprete, cuja notícia melhor pode ler aqui http://www.portaldofado.net/content/view/1529/67/ ; na Wikipédia pode informar-se acerca da biografia, discografia e de algumas curiosidades acerca deste conceituado artista que, apenas com 16 anos, compôs o belíssimo fado "Boa noite Solidão" http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Fernando_(fadista).
O fado que interpreta, neste vídeo, intitula-se "Reencontro" e é de sua autoria e de Armando Machado.
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Em Abril de 1988, um conhecido jornal da época referia-se assim a Júlia Chaves "uma fadista com o curso de Teatro do Conservatório Nacional - o que deve ser caso virgem - continua a sua carreira em restaurantes típicos, aguardando uma oportunidade válida para voltar aos palcos... Entretanto, talvez para justificar o «canudo», vai fazendo recitais de poesia de quando em quando..."
Efectivamente, esta flaviense, que através do seu nome artístico presta homenagem à sua cidade natal, vem para Lisboa em 1965, tendo ingressado no Conservatório Nacional onde frequentou e terminou com excelência o curso de teatro. Porém, foi como cançonetista que iniciou a sua carreira, nos anos 50, no Porto e seguidamente em Luanda e em Lourenço Marques . Nas décadas de 60 e 70 a sua actividade artística centra-se no teatro, declamado e ligeiro, e, nos anos 80/90 dedica-se quase que exclusivamente ao Fado, tendo integrado os elencos da Viela, do Painel do Fado, Mesquita, Taverna d'El Rei, bem como actuado nas mais variadas colectividades do país. Em 1992, por motivos de saúde, interrompe a sua carreira artística, não a tendo retomado posteriormente.
Lembro-a hoje aqui, interpretando este fado que tem letra de Rui Manuel e música de Vital d'Assunção.
Beijinho, Júlia!

Natural do Rio de Janeiro, onde nasceu em 20.05.1920, actor http://www.imdb.com/name/nm0854096/filmogenre , mas também fadista, com alguns discos editados, Carlos José Teixeira é a personalidade que hoje lembro, interpretando, no Fado Meia-Noite de Filipe Pinto, umas quadras de sua autoria.
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Natural de Lisboa, onde nasceu em 1949, Mavilda Gonçalves encontrava-se há cerca de 35 anos no Brasil, onde faleceu no passado dia 3.
Estreou-se na "Tipóia", onde se apresentou por breve tempo dado que, com cerca de 24 anos, aceitou um contrato para o Japão, onde permaneceu por 6 meses, e daí foi para o Brasil, convidada para inaugurar, em São Paulo, a casa de fados "Abril em Portugal", que teve grande sucesso; apresentada no, já extinto, canal de televisão Tupi, actuando ao lado de grandes nomes da música popular brasileira, como Lolita Rodriguez, Mavilda Gonçalves fez uma brilhante carreira no Brasil, actuando em várias casas de fado do Rio de Janeiro e São Paulo, tendo-se retirado abruptamente em 1981, por motivos relacionados com a sua vida particular.
Com o fado "Parreirinhas", de Maria Nelson e de Casimiro Ramos, presto a minha modesta homenagem a Mavilda Gonçalves que, por outras terras, difundiu a nossa Cultura e a Alma Portuguesa, na Voz do Fado.
(Agradecimentos a: Fernando Batista http://fbfadoporto.blogspot.com/, José A. Soares e Fernando V. Alves)
(se carregar na imagem, para aumentar, reparará que se encontra escrito, em rodapé, "Visado pela Comissão da Censura"; eles nem queriam enganar alguém...:))+de+15_Setembro_pag1.jpg)
"José Manuel Barreto tem um percurso no Fado que poderia ser apelidado de cinematográfico. Do menino do Barreiro que ouvia Fado no rádio do avô até ao palco das escolas, passando pelas reuniões de amigos no cumprimento do serviço militar durante a Guerra Colonial, este cantor foi criando uma reserva interior de sentimentos que ultrapassam muitas vezes a mera ficção das palavras no papel.
Anos mais tarde, já na década de 80, Barreto conhece alguns compositores que o desafiam a gravar o seu primeiro álbum no qual participa um elenco de luxo: Joel Pina, Luís Pedro Fonseca e Fontes Rocha.
Dono de uma voz e de um estilo que o tornaram inconfundível, Barreto é hoje uma referência nos circuitos conhecedores da canção urbana lisboeta, confirmando o velho adágio de que “o melhor fado é sinónimo de vivência, sem a qual a melhor arte não tem alma”. "
(in Algarve Digital)
"Senhora da Nazaré" é o fado que escolhi para aqui homenagear José Manuel Barreto. A letra e a música são de João Nobre .Para aqui recordar Arminda Vidal, de quem não tenho qualquer registo fonográfico, esta letra de Amadeu do Vale, o "Fado das Touradas", da revista "Estrelas de Portugal", um dos grandes êxitos da fadista que o cantou ao microfone da Emissora. Aqui se lembram grandes nomes da Festa Brava, tais como o Calabaça, o Peixinho, O Fernando de Oliveira, o Zé Casimiro...
Este fado pode ouvir-se aqui
http://www.youtube.com/user/eradogramophone#play/all/uploads-all/0/LYofbs6mxNg
interpretado por Hermínia Silva.
E aqui http://www.youtube.com/watch?v=3q-1MSn0x_U podemos ouvir a bonita voz de Arminda Vidal, interpretando "O combóio da Beira Baixa".