domingo, agosto 27, 2006

Magia...
















... do Fado, na voz de Joana Amendoeira que, no passado dia 27, se apresentou em Varazdin, na Croácia, no Festival Spancirfest.
Se, como eu, gosta de andar bem informada/o, visite o sítio http://joanaamendoeira.com e depois dê um salto a www.joanaamendoeira.blogspot.com, o blog simpático que leva assinatura da fadista Posted by Picasa

sábado, agosto 26, 2006

ANTOnioLOGIA



















Poeta e fadista, considerado, em 1959, no Café Luso, como o melhor intérprete do Fado Menor e eleito Rei do Fado em 1967, António Rocha iniciou a sua carreira profissional em 1956, no Retiro Andaluz, em Lisboa.
Para ouvir ao vivo este reconhecido estilista de fado, vá às Arcadas do Faia, na R. da Barroca, 54-56, ao Bairro Alto, onde se encontra a cantar.
Para ouvi-lo, onde e sempre que quiser, adquira a Antologia, cuja capa se mostra, com 2 CD, que inclui 30 fados - alguns dos seus êxitos entre 1966 e 1981.

(A título de curiosidade, refira-se que o Retiro Andaluz funcionou no local onde existia a Adega Peres, propriedade do avô do violista Paquito, e onde actualmente se situa o Restaurante Valbom, na Av. Conde Valbom, nº 110, em Lisboa - mais um local de fado que desapareceu, já há alguns anos, da noite lisboeta.)
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sábado, agosto 19, 2006

(Outr)os dez mandamentos

10 Regras Para Criar Filhos Delinquentes...

Comecem cedo a dar ao vosso filho tudo o que ele quer. Assim ele convencer-se-á, quando crescer, de que o mundo tem obrigação de satisfazer todos os seus caprichos.
Se, enquanto pequeno, o vosso filho utilizar expressões grosseiras, achem-lhe graça. Isso fará com que ele se convença de que é espirituoso e levá-lo-á a refinar a sua linguagem ordinária.
Não lhe dêem educação religiosa nem lhe inculquem princípios morais. Esperem pela sua maioridade para que, feitos os 18 anos, seja ele a fazer pessoalmente a sua escolha.
Evitem recriminá-lo, para que ele não crie um complexo de culpa. Estes complexos, como toda a gente sabe, não deixam que as crianças desenvolvam a sua personalidade.
Façam sempre tudo aquilo que devia ser o vosso filho a fazer. Arrumem as suas coisas e apanhem o que ele deitar para o chão. Desta maneira se habituará a empurrar para os outros as suas responsabilidades.
Deixem que o vosso filho leia tudo o que lhe vá parar às mãos. Tenham o maior cuidado em esterilizar os talheres, os pratos e os copos, mas deixem que o seu espírito se alimente de imundices.
Discutam e zanguem-se em frente dele. Isso é muito útil para que ele se convença de que a família é uma instituição nociva e de que não deve qualquer respeito aos seus pais.
Dêem-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Evitem que ele o ganhe com o seu trabalho ou através do seu comportamento. Tem tempo. Deixem-no ser feliz enquanto é jovem.
Satisfaçam todas as suas exigências ou caprichos, no que se refere a alimentação, vestuário e conforto, a fim de que o vosso filho não possa nunca sentir-se frustrado. As frustrações, como se sabe, não permitem que a personalidade se revele e torna as pessoas mais infelizes.
10ª Defendam sempre o vosso filho! Dos seus amigos, dos vizinhos, dos professores e até principalmente - da polícia. É tudo gente desprezível que apenas pretende embirrar com ele...
Copiei este texto do blog http://vizinho.blogspot.com, que visito com alguma frequência.
De acordo com um comentador anónimo, este "texto foi editado pela Polícia de Chicago, há uns anos, e depois distribuído pela população". Não sei se, por cá, isso teria algum efeito pedagógico ou se, por lá, alcançou alguns resultados... O que sei é que, de algum modo, se tem que fazer parar a delinquência (cada vez mais) juvenil, que alastra no mundo "civilizado", salvaguardando a segurança e a liberdade dos cidadãos que ainda não se tornaram delinquentes...

quarta-feira, agosto 16, 2006

terça-feira, agosto 15, 2006

Amália Rodrigues


















Amália, por Maluda

O Fado, por Amália
"O fado é saber que não se pode lutar contra aquilo que temos. É aquilo que não podemos mudar. É perguntar porquê e não saber porquê. É não deixar de perguntar e, ao mesmo tempo, saber que não temos resposta."
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segunda-feira, agosto 14, 2006

AMÁLIA RODRIGUES (1920 - 1999)


É em 1935 que, pela primeira vez, Amália aparece publicamente e canta o Fado Alcântara. Até 1938, ano em que concorre ao Concurso da Rainha dos Bairros, canta em diversos locais de fado amador, com o nome de Amália Rebordão. Em 1939, estreia-se, como fadista profissional, no Retiro da Severa e, a partir de 1940, Amália integra o elenco de várias casas de fado, é atracção em algumas revistas e também actua em outras revistas e operetas. Em 1943, começa a sua carreira internacional, actuando em Madrid, e, no ano seguinte, no Brasil. Em 1947 inicia a sua participação no cinema, tendo ganho o prémio para Melhor Actriz de Cinema com o filme Fado-História de uma cantadeira.
Durante os anos de 1949 e 1950, Amália Rodrigues canta em Paris, Londres, Brasil, Berlim, Dublin, Roma e Berna, actuando em Lisboa, unicamente em 1949, no Café Luso e no Casino Estoril.
O ano de 1951 assinala a sua primeira gravação, em Portugal, para a editora Melodia; só no ano seguinte, Amália começa a gravar para a Valentim de Carvalho.
Nas décadas de 50, 60 e 70, Amália actua quase que exclusivamente no estrangeiro.
Só em 1985 realiza em Portugal o seu primeiro grande concerto, no Coliseu dos Recreios, aí voltando em 1987 para mais dois espectáculos.
A década de 90, em que já se vislumbra o poente de Amália Rodrigues, é a década de todas as homenagens.
Acerca da fadista, escreveu Vítor Pavão dos Santos duas obras biográficas, Amália (1987) e Amália-Uma Estranha Forma de Vida (1992); Em 2005, a editora Planeta deAgostini publica a biografia Amália, da autoria de Nuno Almeida Coelho, uma obra de consulta obrigatória.
Dos variados sítios na Internet, acerca de Amália, assinalo http://www.amalia.com/ e http://amalia.no.sapo.pt/.
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domingo, agosto 13, 2006

FADOS - pautas de música




















Contra-capa de uma partitura, editada pela Casa Valentim de Carvalho, onde se publicitam os últimos sucessos de fados, com música de vários compositores:
RAUL PORTELA- Fado da Triste Feia, Fado Laura Costa, Fado dos Olhos, Canção das Perdidas e Fado do Belezas
ALVES COELHO - Fado Esperanza Iris, Fado de Portugal, Fado Anita e Fado Português
MANUEL DE FIGUEIREDO - Toada Singela Posted by Picasa

HERMÍNIA SILVA (1907 - 1993)




















Hermínia Silva foi, sem dúvida, "uma das maiores vedetas do fado".
Terá sido em 1926 que, pela primeira vez, se apresenta publicamente, no Teatro Gil Vicente; seguidamente, durante dois anos, é contratada para cantar fados, no cinema "Malacaio", no final da exibição dos filmes. Nos dois anos seguintes, canta no "Valente das Farturas", no Parque Mayer; em 1929 participa na opereta "Ouro sobre Azul", mas é em 1932 que, contratada por António Macedo, dá «os primeiros passos a sério» no teatro, actuando em fim de festa, na opereta "Fonte Santa", cantando fados. Participou em imensas revistas e algumas operetas, registando-se a sua última actuação em 1976, na revista "Cada Cor, seu Paladar". Participa também em vários filmes, nomeadamente "O Costa do Castelo", contracenando com António Silva e Maria Matos, entre outros.
O seu nome andará sempre ligado ao Teatro de Revista e ao seu estilo único de cantadeira humorística.
Nova Tendinha, de Carlos Lopes-Aníbal Nazaré e Carlos Dias, Fado Mal Falado, de Paulo Menano-Fernando Santos-Almeida Amaral e Fernando Ávila, Fado da Sina, de Amadeu do Vale - Jaime Mendes, Marinheiro Americano, de A. do Vale - A. Marceneiro, são alguns dos seus muitos fados de grande sucesso.
No 45RPM, da etiqueta DECCA, cuja capa acima se reproduz, encontram-se editados 4 outros grandes êxitos: Vou dar de beber à alegria, de Dr. Alberto Janes e Eduardo Damas, Touro de Vila Franca, Favas contadas e Anda o fado a brincar comigo, todos do Dr. Alberto Janes.
Em 13 de Maio de 1958 é inaugurado o "Solar da Hermínia", no Largo da Misericórdia, ao Bairro Alto, e pouco tempo depois passa também a explorar o Restaurante "Pôr-do-Sol", em Benavente, com espectáculos de fado aos sábados à noite e domingos à tarde. Hermínia reparte a sua actividade entre um e outro espaço, sendo certo que, quem lá ia, era para ouvir a Hermínia, embora tivesse sempre elencos de luxo.
Vitor Duarte Marceneiro publica, em 2004, "Recordar Hermínia Silva", um livro onde «reune tudo o que sobre ela conseguiu recolher, com o intuito de fazer história sobre essa mulher, que era povo, foi amada e ovacionada, mas manteve-se sempre simples e despretensiosa.»

sábado, agosto 12, 2006

BERTA CARDOSO (1911-1997)










Berta Cardoso é a fadista de referência da "época de ouro" do fado, a cantadeira que "chegou, cantou e venceu" e que foi desde logo considerada a "loucura dos fadistas". Canta pela primeira vez, em público, no Salão Artístico de Fados, acompanhada por Armandinho; o sucesso é tal que é de imediato convidada para integrar o elenco da casa, o que não vem a concretizar-se em virtude de ter apenas 16 anos. Vai, no entanto, a Espanha gravar o seu primeiro disco e em 1930 é notícia de primeira página da Guitarra de Portugal, de 30 de Outubro. Ali se refere que Berta Cardoso é "um nome consagrado", é "uma vocação que se revelou expontânea e claramente desde a sua estreia". Dotada de um estilo e de uma capacidade interpretativa singulares, Berta Cardoso tinha uma dicção irrepreensível e uma voz privilegiada, tendo ficado conhecida como "A voz de oiro do fado". A sua ascensão artística é meteórica, passando, de imediato, do anonimato a primeira figura da canção nacional.
Durante as décadas de 30, 40 e 50, tem uma notável carreira que divide entre os palcos das casa de fado e dos teatros de revista, a nível nacional e internacional; a partir da década de 60, opta por actuações mais intimistas, confinando-se quase exclusivamente às casas de fado.
Durante a sua longa carreira, Berta Cardoso criou inúmeros êxitos, tendo gravado para várias editoras discográficas, entre elas a Valentim de Carvalho, a Odeon, a Columbia, a Capitol, a Imavox... Sempre com edições esgotadas, restam alguns 78RPM e vinil, nas mãos de particulares/ coleccionadores. No mercado habitual, apenas na loja do Museu do Fado e na Discoteca Amália , se pode adquirir o CD cuja capa acima se exibe, da etiqueta Estoril, e que reproduz seis dos seus maiores êxitos: Fado Antigo, Fado Faia, Chinela, Meu Lar, Cinta Vermelha e Cruz de Guerra, sendo a letra, dos 5 primeiros fados, da autoria de João Linhares Barbosa e a letra do 6º fado, de Armando Neves.
Existe ainda, no circuito comercial, um outro CD, editado pela Movieplay Portuguesa, o nº 20 da colecção Fados do Fado, com 4 fados de Berta Cardoso: Cruz de Guerra, de Armando Neves, Meu amor fugiu do ninho e Noite de São João, ambos de J. Linhares Barbosa e Testamento, de João Redondo.
Acerca desta figura emblemática do Fado, que é Berta Cardoso, encontra-se patente uma exposição, no Museu do Fado (Largo do Chafariz de Dentro, nº 1, a Alfama), até 22 de Outubro.
Pode também visitar o sítio http://www.bertacardoso.com/

terça-feira, agosto 08, 2006

A Identidade cultural Luso-Galaica





















Uma capa de um disco de Maria do Ceo, e uma foto da fadista, em palco, acompanhada à viola por Joel Pina.
Maria do Ceo, nascida no Porto, reside na Galiza desde muito jovem, é reconhecida como embaixatriz da cultura galega no mundo, tendo sempre o fado como inspiração primordial.
O fado, que é ouvido com agrado em todo o mundo por todos os que são portugueses de alma.
Saiba mais acerca de Maria do Ceo, visitando o sítio http://www.mariadoceo.com/

domingo, agosto 06, 2006

Domingo Fadista



















(in Sábado GPS,de 03 a 09 AGO 2006, ed. Sul)
Ir ver a exposição sobre Berta Cardoso, no Museu do Fado e, antes ou depois, visitar o sítio http://www.bertacardoso.com

quarta-feira, agosto 02, 2006

O FILME




















BERTA CARDOSO participa no filme "O Feitiço do Império", de António Lopes Ribeiro, que estreou no Eden (Lisboa) a 23 de Maio de 1940. Posted by Picasa

terça-feira, agosto 01, 2006

FADO DE LISBOA

















acrílico s/ tela, Pedro Charters d'Azevedo Posted by Picasa

Minha mãe nasci fadista
(H. da Câmara - H. Sobral)

Minha mãe nasci fadista
Mora fado no meu peito
Não se canse, não insista,
Não há ninguém que desista
Quando vive satisfeito.
Não lhe dê maior cuidado
Este modo de cantar
É um destino marcado
Quando sofro canto o fado
Antes isso que chorar

Quem chora dá a saber
A má sorte que lhe cabe
Neste meu jeito de ser
Posso cantar por sofrer
Não o digo e ninguém sabe.
Fado é triste solidão
Fado existe em todos nós
Cantar fado é um condão
É dar fala ao coração
E viver com essa voz.

A cantar vivo contente
Tenho a sorte que Deus quis
Quando o fado é permanente
Dá tristeza a quem o sente
Mas quem o canta é feliz.
Minha mãe, nasci fadista
Mora fado no meu peito
Não se canse, não insista,
Não há ninguém que desista
Quando vive satisfeito.

No sítio http://www.industrias-culturais.blogspot.com/, uma reportagem acerca do Museu do Fado e da exposição temporária que lá se encontra, sobre Berta Cardoso.

domingo, julho 30, 2006

N' "O Retiro do Malhão"...















... o Alfredo Marceneiro, à guitarra a fadista Mariana Silva e à viola uma empregada da casa .
Belos anos 50! Posted by Picasa

sábado, julho 29, 2006

FADO CRAVO




















Fado Cravo - Berta Cardoso, a exposição biográfica sobre a cantadeira e actriz dramática BERTA CARDOSO, a decorrer no Museu do fado e que estará patente ao público até 22 de Outubro.
Aproveite este fim de semana e vá ver - vai ver que não se arrepende!...
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sexta-feira, julho 28, 2006

Um FADO ANTIGO

que podemos chamar Fado do abecedário

O A teve uma baralha
Na Travessa do Rosário
Acudiram ao barulho,
As letras do abecedário.

O B por muito pimpão
Não se receava de nada,
Logo à primeira paulada
Caiu de ventas ao chão;
O C que vê seu irmão
Andar c'os outros à salha,
Mete a mão, puxa navalha,
Cresce para cima do D,
E, para defender o G,
O A teve uma baralha.

O H, que viu o U,
Dá um sopapo à mão canha,
Pegam os dois à castanha
E ambos cairam de c...;
O P, que estava em jejum,
Pediu ao N usurário
Que lhe abonasse salário
Para descontar na féria,
Que o J estava à espera
Na Travessa do Rosário.

O R, coxo de um pé,
Estando d'ali desviado,
M apanha-o descuidado,
Atirou-lhe à falsa fé;
O O, que ouviu o banzé,
Quando chegou nada viu,
Ao mesmo tempo sentiu
Grandes suspiros e ais,
Foram as letras vogais
Quem ao barulho acudiu.

O F e mais o Q,
O X, o L e o H,
Todos à pancada ao K,
Por ter batido no Z;
O I, o L e o T,
Qual deles o mais vário,
Foram pedir ao contrário
Para no Y bater,
Que o E queria prender
As letras do abecedário.

(in História do Fado, de Pinto de Carvalho - Tinop)

quinta-feira, julho 27, 2006

CATASTRÓFICO...













... O ENSINO EM PORTUGAL, não é ?

Recebi hoje um correio com respostas dadas por alunos em testes de diversos níveis e a várias disciplinas; algumas já são conhecidas, mas é sempre bom lembrar...
Tanta "criatividade" chega a ser preocupante. Provavelmente os professores, na sua maioria uns ineptos, é que nem sabem valorizar estas respostas que, afinal, são brilhantes:
- No começo os Índios eram muito atrazados mas com o tempo foram-se sifilizando;
(pois foram!...)
- Com a morte de Jesus Cristo os apóstolos continuaram a sua carreira;
(é um ponto de vista aceitável, não ?)
- A Geografia Humana estuda o homem em que vivemos;
(o homem ou a mulher, OK?)
- A Terra é um dos planetas mais conhecidos no mundo;
(por demais evidente!)
- As constelações servem para esclarecer a noite;
(está certo! Esclarecer= tornar claro - Dic. Porto Editora)
- Ecologia é o estudo dos ecos, isto é, da ida e vinda dos sons
(no mínimo, 50%)
- Assexuada é a pessoa que não está nem do lado de cá nem do lado de lá;
(verdade! 100%)
- Preposição, conforme diz a palavra pela sua própria entomologia, é aquela que é colocada antes da outra que é mais importante;
(também, que diacho, mais entomologia menos etimologia...)
- Concordância é quando nós estamos de acordo com o que o outro disse.
(também não deixa de ser verdade...)
- Os ruminantes distinguem-se dos outros animais porque o que comem, comem duas vezes;
(brilhante, esta imagem!)
- Na Grécia a democracia funcionava muito bem porque os que não estavam de acordo envenenavam-se;
(e não foi só um nem dois! Democracias à maneira, era o que era!)
- As plantas distinguem-se dos animais por só respirarem à noite;
(é para se defenderem da poluição, claro)
- A caixa de previdência assegura o direito à enfermidade colectiva;
(Isto está mal, hem!?)
- Antes de ser criada a Justiça, o mundo era injusto.
(La Palice, não diria melhor)
- O nervo óptico transmite ideias luminosas ao cérebro;

(fala a voz da experiência...)
- Os antigos egipcíos desenvolveram a arte funerária para que os mortos pudessem viver melhor;
(pois foi!...)
- Péricles foi o principal ditador da democracia grega;
(verdade!- todas as democracias têm o seu ditador...)
- O problema fundamental do terceiro mundo é a superabundância de necessidades;
(100%)
- O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os peixes se afogavam dentro de água;
(... e falavam! até é muito conhecido aquele tal de Sermão de Stº António aos peixes...)

E depois digam lá que o fado é qu'induca e o vinho é qu'instrói

Então, não???!!!

quarta-feira, julho 26, 2006

Outra Exposição












(D.N. de 19.07.2006)
No Museu do Fado, até 22 de Outubro, a exposição sobre BERTA CARDOSO.
A não perder. Posted by Picasa

Exposição




















Até 4 de Agosto, no El Corte Inglés, Piso 7, na Sala de Âmbito Cultural. A exposição, que traça uma perspectiva cronológica do fado, tem a colaboração do Museu do Fado; fonogramas de Mariza e de Carlos do Carmo animam o evento.
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segunda-feira, julho 24, 2006

MARINHEIROS DE PORTUGAL

















SAGRES, foto de Max

Na década de 30, Berta Cardoso celebrizou um Fado, com letra de Armando Neves e música de Miguel Ramos, que começava assim:

Marinheiro Português
De valentia sem par...
Tão valente Deus te fez,
Que não receias talvez
As ondas do alto mar!
... ... ... ...


Marinheiro lusitano
Eu canto a tua grandeza:
-Sobre as vagas do oceano,
Ao mundo mostras, ufano,
A Bandeira Portuguesa !

... ... ... ... Posted by Picasa

domingo, julho 23, 2006

Veleiros




















O fado sempre andou muito ligado à gente do mar.
Muitos fados evocam os marinheiros, ou não fosse Portugal um país de marinheiros e fadistas...
Hoje, ao ver o grandioso desfile dos veleiros que largavam o Tejo, não pude deixar de me recordar do Fado do Marinheiro, grande sucesso de BERTA CARDOSO, na revista "Manda Ventarolas" (1941), com letra e música de João Nobre e cujo refrain diz assim:
Velas erguidas,
Naus destemidas
Vão para o mar.
Saindo a barra
Uma guitarra
Põe-se a chorar;
São marinheiros
Aventureiros,
Mais uma vez,
Que vão mostrar
Como este mar
É português.
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quinta-feira, julho 20, 2006

RECORDAR BERTA CARDOSO




















Esta é a notícia do Público, de 18.06.2006, acerca da exposição, que decorre no Museu do Fado, sobre a carreira da fadista Berta Cardoso e de uma homenagem, promovida pela APAF, evocando a artista.
O interesse de que a exposição tem sido alvo indica que Berta Cardoso não é uma fadista datada. As suas criações continuam a fazer enorme sucesso, independentemente do ano em que foram produzidas. É esta intemporalidade um dos motivos que a guinda ao pódio da História do Fado.
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domingo, julho 16, 2006

ARLANZA




















Imagem retirada do site http://www.jackcasement.btinternet.co.uk/home.htm
Aproveite e dê uma olhada; a informação é de graça! Posted by Picasa

Uma Quadrinha para Domingo...














... da autoria do Conde de Sobral:

O Fado, tão maltratado
Por invejas e intrigas,
Ainda consegue ser Fado
Neste país das cantigas. Posted by Picasa

quinta-feira, julho 13, 2006

"Aúúúú...aúúúú fresquinha!"















ou "Há água fresquinha!", o pregão que, até finais do séc. XIX, qualquer cidadão acalorado e sequioso esperava ouvir para se dessedentar ou refrescar. Nesse tempo, o acesso à água não dependia de um gesto tão fácil- e hoje tão banal - de accionamento de um mecanismo de onde a água brota como de uma fonte... Nesse tempo, havia uma profissão, a que se dedicavam particularmente os galegos, a de AGUADEIRO. Profissão que obrigava a inscrição na Câmara e obtenção de autorização respectiva, bem como a uso de identificação- deviam trazer ao peito um emblema da cidade (como se observa na imagem). Para além de venderem porta a porta, ou a quem passava, o precioso líquido de que se abasteciam nos chafarizes de Lisboa e que transportavam em barris, os aguadeiros tinham ainda um papel fundamental no combate aos incêndios na Cidade, devendo diariamente, quando regressavam a casa, levar um barril completamente cheio de água, não fosse dar-se o caso de deflagrar algum incêndio a que tivessem de acudir.
Vem hoje, esta conversa dos aguadeiros, a propósito, não só porque está um calor qu'até assa canas ao sol, mas também porque me preocupa o facto de qualquer dia, o maravilhoso líquido escassear... Isso é que seria mesmo mau! Está visto que só valorizamos o que nos falta e, por isso, antes que falte, o que seria irremediável, acho que deveríamos encenar "O Verão da Falta de Água em Lisboa", 3 meses durante os quais a Grande Cidade seria abastecida por um pelotão de aguadeiros e ..., das torneiras, nem pinga!

Sinceramente, não há calor que aguente !...
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sábado, julho 08, 2006

Toro art




















Las Guitarras Turquesas - acrylic on masonite - Toro
www.toroart.com
"Painting is an avenue through which my soul can travel."

sexta-feira, julho 07, 2006

AS PRAIAS DO FUTURO




















Se todos continuarmos a favorecer o binómio aquecimento global/descongelamento dos pólos, teremos, em 2100, parte do país submerso.
Será Fado de Portugal desaparecer do mapa ?Posted by Picasa



segunda-feira, julho 03, 2006

MUNDIAL















Qual Fado, qual Fátima !... Não fora o Futebol e tínhamos lá merecido esta abundância de afirmação nacional!
Estes pobrezinhos nem estiveram com meias medidas - cada janela sua bandeira e já está- vestiram o Banco... de Portugal. Espírito Santo - capital nacional - Portugal mais Mundial.
Desde (como se diz agora) Fátima, N. Senhora tem distribuído jogo conveniente e desviado as bolas a preceito - umas para dentro da baliza, outras para bem longe.
O coração do país bate ao compasso dos jogos. Parece que só através do futebol nos conseguimos afirmar; parece que a única coisa importante é ganhar o mundial; enfim, somos um povo com um grande Fado!
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