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sexta-feira, dezembro 30, 2011

"O FADO E A SAUDADE"


D.P.

"Agora em Paris mal se pode ter saudades de Lisboa...", parece lamentar-se a poetisa moçambicana Merícia de Lemos ...

sábado, julho 09, 2011

MARIA JOSÉ VILLAR - "Tudo te dei"




Jorge Fontes, à guitarra e José Maria Nóbrega, à viola, acompanham Maria José Villar que interpreta "Tudo te dei" da autoria de Joaquim Pimentel
 
Plat.
 

quarta-feira, junho 29, 2011

AMÉRICO SILVA - "Canta-me um fado"



Américo Silva interpreta um fado da autoria de Jair Amorim e de Evaldo Gouveia - "Canta-me um Fado" - acompanhado à guitarra por Manuel dos Santos e José Alves e à viola por Fernando Coelho e Alexandre Santos.

domingo, julho 04, 2010

Ronda do Fado - Alfama (II)


SR.FADO - R. dos Remédios, 176

BELA - R. dos Remédios, 190


LANTERNA VERDE - R. S. João da Praça, 45





GUITARRAS DE LISBOA - Beco do Melo, 1



MESA DE FRADES - Restaurante do Museu do Fado

A TASCA DO CHICO - R. dos Remédios, 83



CASA DE LINHARES / BACALHAU DE MOLHO - Beco dos Armazéns do Linho,2


MARQUÊS DA SÉ - Lg. Marquês do Lavradio, 1


CLUBE DE FADO - R. S. João da Praça, 94


PÁTEO DE ALFAMA - R. S. João da Praça, 18



A BAIUCA - R. de S. Miguel, 20



GSA - R. Norberto Araújo, 19 A
***


ALFAMA tem mais en canto na mágica voz de Amália, letra de Ary dos Santos, música de A. Oulman, um vídeo de MadameBateflay.
*
Mas Alfama também en canta nas vozes de


- Diamantina e Gonçalo Salgueiro
*


- Mariza


*

- Vânia Fernandes

*

- Ricardo Ribeiro

terça-feira, maio 25, 2010

"A SEVERA"





D.L. 1955

Foi esta uma das apreciações feitas aquando da reposição d' "A Severa", de Júlio Dantas, no saudoso Monumental, em 1955, cabendo então a Amália o desempenho do "papel principal", tendo correspondido "perfeitamente à expectativa". Uma peça emblemática da dramaturgia nacional, uma "obra de arte... com figuras magistralmente definidas num ambiente e numa acção poderosamente evocativos", como aqui se reconhece, "um supremo requinte de estilo, de estétismo, como toda a obra de Júlio Dantas", "um padrão imperecível na literatura dramática portuguesa".

quinta-feira, abril 15, 2010

MARIA DOLORES PRADERA - "Primavera"

VÍDEO DE HOMENAGEM

O Fado sempre encantou quem com ele se cruzou... é universal e cantado de ocidente a oriente...

Hoje, trago-vos Maria Dolores Pradera, http://es.wikipedia.org/wiki/Mar%C3%ADa_Dolores_Pradera, notável "cantante" e actriz espanhola que aprecio imenso e que também gravou alguns fados, entre os quais "Primavera", uma letra de David Mourão-Ferreira, com música de Pedro Rodrigues, uma criação de outro expoente da cultura Ibérica, Amália Rodrigues.

Um enorme obrigada ao meu Amigo Jorge Falé, sem o qual este vídeo não teria sido possível!

domingo, dezembro 13, 2009

AMÁLIA RODRIGUES - "Vi o Menino Jesus"

VÍDEO DE HOMENAGEM

OU

http://www.youtube.com/watch?v=ujS8_OlanME

Reposição do verbete de 28.12.2007, com vídeo "melhorado", que, então, mereceu o seguinte comentário do meu desaparecido ciber-amigo "aideuseué": «Ao sentimento que Amália coloca nesta interpretação não é alheia a devoção que a fadista tinha. Lamentavelmente muitas procuram copiá-la, outras mais insanas ainda ultrapassá-la, mas nenhuma honrá-la cantando bem o fado tal como o sentem sem outros apetrechos ou malabarismos. Que saudades Amália!!!!! aideuseue@yahoo.com»

E eu, que saudades tenho dos seus comentários, meu caro Trovador! Ai Deus e u é ???...

Esta Cantiga ao Menino Jesus tem música de Carlos Gonçalves, sendo a letra de Amália Rodrigues, bem como a interpretação.

Que Nossa Senhora encha de rosas este nosso Natal!...

terça-feira, novembro 10, 2009

AMÁLIA NO PANTEÃO












Ainda está a tempo de visitar esta exposição "Amália no Mundo - O mundo de Amália"


Peças inéditas de Amália expostas
por JOÃO MOÇO 31 Julho 2009




Está patente no Panteão Nacional até 15 de Novembro a mostra 'Amália no Mundo - O Mundo de Amália', que destaca a carreira internacional da fadista
Ontem ao final da tarde um cantor espanhol cantava Amália no Panteão Nacional. A voz era de Juan Santamaria, acompanhado pelos músicos que durante anos estiveram ao lado da fadista: Joel Pina, Lelo Nogueira e Carlos Gonçalves. Mas antes já muitos tinham passado pela exposição que se inaugurou naquele espaço, Amália no Mundo - O Mundo de Amália. Esta mostra tem como um dos principais objectivos "promover e divulgar" a dimensão da carreira internacional da fadista. Isabel Melo, directora do Panteão, considera mesmo que "os portugueses não têm a noção da verdadeira dimensão que Amália teve no estrangeiro", disse ao DN.
Ao todo nesta exposição, que assinala os dez anos da morte da fadista, estão presentes entre 140 a 150 objectos relacionados com Amália Rodrigues, desde vestidos, sapatos, jóias ou luvas que usou em concertos, bem como programas dos espectáculos que deu no estrangeiro ou até cartazes desses concertos, nomeadamente um relativo a um concerto que ocorreu na Rússia em 1970.
O espólio que constitui a exposição é proveniente da Fundação Amália Rodrigues, do Museu do Teatro e de algumas colecções de privados. Segundo Isabel Melo, estes permitiram que a mostra revelasse "alguns objectos inéditos de Amália", como por exemplo o seu primeiro passaporte, de 1943, "quando ela foi pela primeira vez a Espanha, convidada pela Embaixada de Portugal", sublinhou.
A directora do Panteão Nacional enumerou ainda outros objectos em destaque, como "um quimono, todo bordado a fio de prata, que lhe foi oferecido da primeira vez que foi ao Japão, em 1970" ou "uma mala de viagem", que Isabel Melo julga ter sido a primeira da fadista.
A directora do Panteão Nacional reforça que "todas as peças têm uma história", sendo que a maior dificuldade em organizar esta exposição foi mesmo "seleccionar o que seria mais relevante". Isabel Melo contou que ao organizar esta mostra se deparou "com tanta informação importante" que teve alguma dificuldade no processo de selecção.
Além dos vários objectos pessoais e dos programas de espectáculos, que até 15 de Novembro se encontram no Panteão Nacional, nesta exposição está ainda integrado o documentário The Art of Amalia, de Bruno de Almeida, que conta com vários depoimentos da fadista. A mostra está ainda integrada num percurso "que inclui o Museu da Água e o Museu do Fado, durante o qual as pessoas visitam os três espaços, acompanhadas por um animador e assim ficam a conhecer melhor a história de Amália", referiu Isabel Melo.
No Panteão Nacional haverá ainda um serviço educativo que realizará visitas guiadas e ateliers dedicados às crianças, onde estas podem criar uma banda desenhada, aprendendo sobre quem foi Amália. Isabel Melo referiu que esta é uma das "missões" desta mostra, a de fazer que "Amália Rodrigues permaneça na memória das gerações vindouras".
A exposição estará patente até 15 de Novembro, sendo que para visitá-la apenas se paga "o ingresso de entrada no Panteão, que é de 2,5 euros".

quarta-feira, outubro 07, 2009

MARIANA SILVA - "Estranha forma de vida"

VÍDEO DE HOMENAGEM

Com este fado tradicional, do repertório e com letra de Amália, música de Alfredo Duarte, lembro a decana das fadistas, que faz hoje 76 risonhas primaveras, e o seu estilo inconfundível. Beijinho de PARABÉNS!

http://fadocravo.blogspot.com/search/label/Mariana%20Silva

segunda-feira, outubro 05, 2009

AMÁLIA RODRIGUES - "Ai esta pena de mim"

VÍDEO DE HOMENAGEM

A Amália entenderá porque escolhi este fado, com letra de sua autoria, embora o fonograma não se encontre nas melhores condições ...

"Ai, este meu coração!..."

domingo, setembro 06, 2009

MARÍA DO CEO - "Amor de mel Amor de fel"

Uma das mais conceituadas fadistas em terras de Espanha, María do Ceo é portuguesa, filha de fadista, natural do Porto, mas residente na Galiza há muitos anos...
Para saber mais, pode ir aqui http://www.mariadoceo.com/biografia.php

Esta é uma das interpretações de que mais gosto deste inspirado fado, que tem letra de Amália Rodrigues e música de Carlos Gonçalves
VÍDEO DE HOMENAGEM

quarta-feira, maio 14, 2008

AMÁLIA - "HÁ FESTA NA MOURARIA"


VÍDEO DE HOMENAGEM

Empolgante!

Música de Alfredo Duarte Marceneiro, interpretação de Amália Rodrigues, Letra de António Amargo, cf. indicação de autoria no fonograma; outros registos há que indicam (e parece que muito bem), como autor desta letra, Gabriel de Oliveira.
(Prontos! Agora já sei fazer vídeos... Até nem correu mal, hem ?...)

***

De acordo com Eduardo Sucena, in Lisboa, O Fado e os Fadistas, esta letra que Amália aqui canta é efectivamente da autoria de Gabriel de Oliveira, mais conhecido por Gabriel Marujo, foi criação de Alberto Costa, com música de Alfredo Marceneiro; porém, "a sextilha que serviu de mote a esta letra seria ainda glosada assim por um outro poeta, António Amargo (aliás, António Correia Pinto d'Almeida) que também viveu na Figueira da Foz e faleceu em 12.05.1933":

Desde manhã os fadistas, / Jaquetão, calça esticada, / Se aprumam com galhardia; / Seguem as praxes bairristas, / É data santificada / Há festa na Mouraria!

Toda aquela que se preza / De fumar, falar calão, / Pôs em praça a juventude, / Nessa manhã chora e reza. / É dia da procissão / Da Senhora da Saúde!

Nas vielas do pecado / Reina a paz, tranquila e sã, / Vive uma doce alegria. / À noite, é noite de fado, / Tudo toca, tudo canta / Até a Rosa Maria.

A chorar, arrependida, / A cantar com devoção, / Numa voz fadista e rude, / Aquela Rosa perdida / Da Rua do Capelão / Parece que tem virtude!

domingo, março 11, 2007

terça-feira, agosto 15, 2006

Amália Rodrigues


















Amália, por Maluda

O Fado, por Amália
"O fado é saber que não se pode lutar contra aquilo que temos. É aquilo que não podemos mudar. É perguntar porquê e não saber porquê. É não deixar de perguntar e, ao mesmo tempo, saber que não temos resposta."
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segunda-feira, agosto 14, 2006

AMÁLIA RODRIGUES (1920 - 1999)


É em 1935 que, pela primeira vez, Amália aparece publicamente e canta o Fado Alcântara. Até 1938, ano em que concorre ao Concurso da Rainha dos Bairros, canta em diversos locais de fado amador, com o nome de Amália Rebordão. Em 1939, estreia-se, como fadista profissional, no Retiro da Severa e, a partir de 1940, Amália integra o elenco de várias casas de fado, é atracção em algumas revistas e também actua em outras revistas e operetas. Em 1943, começa a sua carreira internacional, actuando em Madrid, e, no ano seguinte, no Brasil. Em 1947 inicia a sua participação no cinema, tendo ganho o prémio para Melhor Actriz de Cinema com o filme Fado-História de uma cantadeira.
Durante os anos de 1949 e 1950, Amália Rodrigues canta em Paris, Londres, Brasil, Berlim, Dublin, Roma e Berna, actuando em Lisboa, unicamente em 1949, no Café Luso e no Casino Estoril.
O ano de 1951 assinala a sua primeira gravação, em Portugal, para a editora Melodia; só no ano seguinte, Amália começa a gravar para a Valentim de Carvalho.
Nas décadas de 50, 60 e 70, Amália actua quase que exclusivamente no estrangeiro.
Só em 1985 realiza em Portugal o seu primeiro grande concerto, no Coliseu dos Recreios, aí voltando em 1987 para mais dois espectáculos.
A década de 90, em que já se vislumbra o poente de Amália Rodrigues, é a década de todas as homenagens.
Acerca da fadista, escreveu Vítor Pavão dos Santos duas obras biográficas, Amália (1987) e Amália-Uma Estranha Forma de Vida (1992); Em 2005, a editora Planeta deAgostini publica a biografia Amália, da autoria de Nuno Almeida Coelho, uma obra de consulta obrigatória.
Dos variados sítios na Internet, acerca de Amália, assinalo http://www.amalia.com/ e http://amalia.no.sapo.pt/.
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