BERTA CARDOSO - Fado Antigo
Este fado, posteriormente intitulado Perna de Pau, é da autoria de Amadeu do Vale e de Raul Portela. Foi uma criação de Berta Cardoso na revista "Olaré, Quem Brinca".
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Este fado, posteriormente intitulado Perna de Pau, é da autoria de Amadeu do Vale e de Raul Portela. Foi uma criação de Berta Cardoso na revista "Olaré, Quem Brinca".
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Um fado da autoria de A. César Barbosa e de A.Duarte.
À guitarra J. Pracana e Fontes Rocha e à viola F. Peres (Paquito).
E, não se esqueçam: Amor também pode ser "um fogo que arde sem se ver"... Pois é, "se tão contrário a si é o mesmo Amor" como não há-de o Amor ser ComTradição?!...
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Agradeço a Rogério Santos, editor do site www.industrias-culturais.blogspot.com/, ter visionado a sessão de encerramento da exposição sobre Berta Cardoso, que decorreu, em 21 Out.2006, no Museu do Fado.
Este fado - VOLTA - da autoria de Frederico de Brito e de Raul Pinto, foi um dos êxitos de Berta Cardoso, nos anos (19)30, aqui sendo reproduzida em gravação da época. Uma raridade!
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Uma VOZ singular, que ficou conhecida como a "A Voz de Oiro do Fado".
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Imagem retirada de http://www.madeiraislands.travel/pls/madeira/wsmwhom0.home
Porque hoje é Domingo, o tema do meu post volta a ser a Ilha da Madeira, aqui lembrada através da magnífica canção "As Bordadeiras", interpretada por Max, como só ele o sabia fazer.
Esta "jóia" da canção nacional deve-se à inspirada co-autoria protagonizada pelo próprio Maximiano de Sousa, por Fernando Carvalho e Nelson de Barros.
Minha Madeira, ó meu encanto!
P'ra te cantar, eu sou profano
Jóia que Deus, num dia santo,
Deixou cair no oceano.
Como tu, não há nenhuma
E, nas noites sonhadoras,
Bordam das ondas a espuma
Os dedos das bordadoras. 
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A homenagem apaixonada ao cavalo, uma das mais belas e nobres criaturas do mundo.
Um espectáculo grandioso, no Campo Pequeno, com cavalos Lusitanos, Andaluzes, Frísios, Árabes, Islandeses, Quarter e póneis Shetland.
Um espectáculo de emoções!
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A letra é de Artur Ribeiro e a música de João Mª dos Anjos
Nem sempre acontece fado
No cantar estilizado
Que sai de cada garganta
E às vezes nada acontece
Porque quem cante se esquece
De dar sentido ao que canta.
Quem canta, nem sempre tem
Razões para amar alguém
E às vezes nunca sofreu
E, sem nunca ter vivido,
Como pode dar sentido
Ao que o poeta escreveu?
Mas, se acontece o contrário,
Nós temos por fadário
Amar, amar sem medida
E então acontece fado
E cada verso cantado
Fica transformado em vida!
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